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Informações da empresa

Cripteracia, Unipessoal, Lda.: a empresa por trás do projeto Lucrar

O projeto Lucrar é uma iniciativa para promover a educação e a literacia financeira em Portugal e no mundo com base na tecnologia da blockchain, web3 e na utilidade do Lucrar token. O nome da empresa é uma combinação de criptomoeda ("Crip") mais literacia financeira ("teracia").

Moeda do Lucrar Token

Missão

10% dos resultados para um fundo de educação financeira

A empresa pretende alocar 10% dos recursos financeiros, após o apuramento dos resultados (pagamento de despesas comuns), para um fundo que tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da educação financeira em Portugal e no mundo. Este é um dos objetivos mais importantes da empresa, pois a empresa irá utilizar inicialmente os recursos deste fundo para adquirir ou alugar espaços para contratar educadores financeiros e lecionar um plano curricular para jovens e adultos. A presente percentagem está sujeita a alterações sempre que necessário.

A iniciativa começou com uma petição para ensinar educação financeira nas escolas públicas, mas não teve assinaturas suficientes e, mesmo que tivesse, dificilmente iria avançar em Parlamento. Logo, a empresa acredita que não estão a ser tomadas as devidas medidas para o aumento da literacia financeira em Portugal, e por esta razão considera que este objetivo é a missão mais importante do projeto.

Regulação

Banco de Portugal

A empresa reestruturou o projeto para estar conforme a regulamentação portuguesa. Assim sendo, tiveram de ser removidas várias funções que o projeto iria ter inicialmente, de forma a não exercer neste momento quaisquer serviços de custódia, troca, transferência, nem semelhantes relacionados com "exchange", e outros.

No entanto, nos objetivos futuros do projeto a empresa tenciona exercer tais funções. Logo, foi enviado a 15 de outubro de 2021 e a 4 de março de 2022 o Aviso n.º 3/2021 relativo ao processo de registo junto do Banco de Portugal aplicável às entidades que exerçam atividades com ativos virtuais, previstas no artigo 112.º-A da Lei n.º 83/2017, de 18 de agosto.

Segundo o Banco de Portugal (a entidade que regula, fiscaliza e sanciona a conduta das instituições de crédito, das sociedades financeiras, das instituições de pagamento, das instituições de moeda eletrónica e dos intermediários de crédito na comercialização de produtos e serviços bancários de retalho), a Lei n.º 58/2020, de 31 de agosto, transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva (UE) 2018/843 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 30 de maio de 2018, que altera a Diretiva (UE) 2015/849, relativa à prevenção da utilização do sistema financeiro para efeitos de branqueamento de capitais ou de financiamento do terrorismo, e a Diretiva (UE) 2018/1673 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro de 2018, relativa ao combate ao branqueamento de capitais através do direito penal, introduzindo alterações em vários diplomas legais, incluindo na Lei n.º 83/2017, de 18 de agosto.

Pelo novo regime, a Lei n.º 83/2017, de 18 de agosto, passa a incluir, no elenco de entidades obrigadas ao cumprimento das suas disposições, as entidades que exerçam as atividades com ativos virtuais previstas na alínea mm) do n.º 1 do artigo 2.º daquele diploma. Em conformidade com a alínea j) do n.º 1 do artigo 89.º da Lei n.º 83/2017, de 18 de agosto, compete ao Banco de Portugal a verificação do cumprimento, por tais entidades, dos deveres e obrigações previstos nos diplomas legais e regulamentares em matéria de prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo.

Antes do lançamento oficial, a empresa também enviou um email para o departamento de ativos virtuais do Banco de Portugal e para o departamento Fintech da CMVM para obter os seus pareceres sobre as primeiras fases e funcionalidades do projeto. A decisão final é do Banco de Portugal, e a resposta foi obtida antes do lançamento do projeto (documento acima).

Regulação

CMVM e serviços não aplicáveis

Após ter sido explicado o projeto na reunião com a CMVM (a entidade que tem como objetivo supervisionar e regular os mercados de instrumentos financeiros), e com as sugestões dos advisors legais e financeiros da equipa, a empresa decidiu não ter, na fase inicial, um conjunto de serviços que estava planeado lançar. A principal razão são os elevados custos na constituição de uma outra sociedade ao abrigo do Regime das Empresas de Investimento, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 109-H/2021, de 10 de dezembro.

Para otimizar os recursos, a empresa tomou várias decisões de forma a atingir mais rapidamente os objetivos e metas visíveis na página principal. No entanto, conforme a evolução do projeto, a empresa tenciona no futuro constituir outra sociedade para oferecer mais serviços.

Para além disto, a empresa removeu um vasto número de funcionalidades e serviços antes do lançamento do projeto:

  • Foi removida a possibilidade de depositar e receber uma taxa de juro anual de 10% independentemente das oscilações;
  • Foi removida a possibilidade de fazer "burn";
  • Foi removido o método pioneiro do capital social sob a forma de criptomoeda;
  • Foi removida a distribuição de dividendos diretamente para a criptomoeda.

Propriedade industrial

Marca registada

A marca "LUCRAR" está oficialmente registada. O processo de registo foi proferido (despacho de concessão) e inserido no Boletim da Propriedade Industrial. Foi publicado em 30 de abril de 2021 e incluído no Boletim da Propriedade Industrial do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

A marca protege todos os conteúdos disponíveis no site Lucrar.pt (informações relacionadas com o projeto, cursos, etc.), no canal do YouTube "Workolic", no grupo do Facebook "Lucrar Sem Investir" e noutras redes sociais do projeto.

Registo de marca n.º 658354, serviços na classe 41: "Educação; Formação".

Segurança dos fundos

Medidas de proteção: quatro cold wallets

A empresa tem 4 cold wallets para proteger e separar os fundos do Lucrar token.

Carteira principal (deployer)

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Cold wallet utilizada para adicionar liquidez ao Lucrar token pool. A empresa não irá vender nenhum Lucrar token desta carteira.

Fundo de educação e literacia financeira

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Segunda cold wallet, reservada ao fundo que financia a missão de educação financeira.

Lucro da empresa

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Terceira cold wallet. A empresa pode vender, comprar ou transferir Lucrar tokens com esta carteira.

Reserva em BUSD

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Quarta cold wallet, com BUSD (stablecoin). É a reserva da empresa, utilizada quando houver quedas significativas no preço do Lucrar token.

Modelo de utilização da reserva

Se o preço do Lucrar token tiver uma queda de 50% ou mais dos máximos absolutos, serão utilizados 25% da reserva para converter BUSD em Lucrar token.

Se o preço do Lucrar token tiver uma queda de 90% ou mais dos máximos absolutos, serão utilizados os restantes 75% da reserva para converter BUSD em Lucrar token.

Devido à limitação de recursos da empresa, esta estratégia só pode ser utilizada uma vez por ano. No entanto, será novamente analisada caso a empresa consiga utilizar a estratégia com mais frequência para benefício do Lucrar token.

A empresa também tem um plano para permitir que o Lucrar token passe de centralizado para descentralizado nos próximos 20 anos. Está explicado na secção "Tokenomics" do whitepaper do projeto.

Governação

Políticas da sociedade

O Manual de Políticas da Sociedade "Cripteracia, Unipessoal, Lda." tem o objetivo de destacar os princípios que conduzem os objetivos da empresa.

É nossa responsabilidade ter bom senso e o desejo de agir corretamente para que possamos tomar as decisões certas. O incumprimento das disposições aqui reunidas pode resultar na aplicação de sanções, dependendo do caso.

As políticas e diretrizes descritas neste manual devem ser compreendidas e aplicadas por todos os colaboradores, independentemente da posição ou função exercida. A aprovação do presente Manual de Políticas foi deliberada por ata.

Segurança do contrato

Auditoria do smart contract

A empresa pagou à Fairyproof para auditar o smart contract do Lucrar token. Foi necessário para verificar se havia riscos de segurança e como corrigi-los. Durante o processo não se verificou nenhum problema de segurança.

A Fairyproof é uma empresa de tecnologia que fornece consultoria e auditoria de segurança para empresas. Algumas criptomoedas auditadas por esta empresa são, por exemplo, Tether, LUNA, Mdex, Insure DeFi, Beefy Finance, IDEX, Venus, Depth, Filda, Converter Finance, Booster, Swop e Coinwind, entre outras.

Aviso. Os Lucrar tokens e os NFTs não são valores mobiliários, pelo que operações sobre os mesmos não estão sujeitas às regras aplicáveis em matéria de proteção dos investidores em valores mobiliários. O website Lucrar.pt não armazena cripto ativos por razões de segurança. Apenas mantenha a sua MetaMask ou carteira digital em segurança. Esta página é informativa e não constitui uma recomendação de compra.