Instrumentos Financeiros
Quanto investir e em quê.
🧭Como fazer
1. Anexa o resumo da lição 0. O Claude vai buscar o teu perfil à Holygrail; só se não conseguir é que colas o resultado do perfil.
2. Copia o prompt. Vais escolher o teu instrumento preferido; fica com pelo menos 50% da carteira.
3. Descarrega o carteira.md e carrega-o na Holygrail, na carteira do curso (botão laranja «Carteira do curso · Carregar carteira.md»).
1. Anexa o resumo da lição 0. O Claude vai buscar o teu perfil à Holygrail; só se não conseguir é que colas o resultado do perfil.
2. Copia o prompt. Vais escolher o teu instrumento preferido; fica com pelo menos 50% da carteira.
3. Descarrega o carteira.md e carrega-o na Holygrail, na carteira do curso (botão laranja «Carteira do curso · Carregar carteira.md»).
Prompt · Instrumentos Financeiros
REGRA DE PERGUNTAS: faz cada pergunta com a ferramenta de opções clicáveis (botões), uma pergunta de cada vez, com 2 a 4 opções curtas (é o máximo que os botões mostram; se houver mais opções, divide em duas perguntas seguidas, com a última opção da primeira a dizer «Outras opções»). Nunca peças ao aluno para responder por escrito. Só usa texto livre se a resposta não puder ser uma opção (ex.: um valor em euros) e, mesmo aí, dá opções com intervalos (ex.: “até 100 €”, “100–300 €”, “300–500 €”, “mais de 500 €”). Só se a ferramenta de botões não estiver disponível é que mostras as opções numeradas (1, 2, 3…) e pedes só o número, nunca uma resposta aberta.
Contexto: Vai buscar à minha conta da Holygrail (holygrail.lucrar.pt → 🧠 Perfil de Investidor) o meu perfil de investidor (coeficiente de aversão ao risco A, nível de aversão e os três eixos: tolerância, comportamento e capacidade); se não conseguires aceder, diz-mo e eu carrego em “Copiar resultado para o Claude” e colo aqui. Anexo também, se disponível, o resumo das minhas finanças pessoais. Age como o meu consultor de investimentos e cruza esta informação com a situação macroeconómica ATUAL.
Regras de anexos: o perfil de investidor é obrigatório, porque precisas do coeficiente A. Se não o conseguires ler na Holygrail, verifica primeiro se já o tens numa mensagem anterior desta conversa e só o peças se não o encontrares. O resumo das finanças pessoais é igualmente necessário para os montantes em euros, porque é dele que vêm o capital acumulado disponível e o aporte mensal possível. Se faltar, avança com a alocação em % e o horizonte e indica que os montantes em € só ficam disponíveis quando eu o anexar.
Passo obrigatório antes de responder: pesquisa na internet os valores mais recentes dos indicadores abaixo e usa-os na decisão (indica a data de cada valor e a fonte):
• Nível dos principais índices e proximidade de máximos históricos: S&P 500, Euronext 100 e um índice global (MSCI ACWI / FTSE All-World).
• Buffett Indicator (capitalização de mercado / PIB) e grau de sobrevalorização.
• Fear & Greed Index (CNN).
• CPI / inflação dos EUA e da Zona Euro.
• Taxa de desemprego dos EUA.
• Taxa de juro de referência dos EUA (Fed) e do BCE.
• Outros que consideres pertinentes (curva de yields e yield das obrigações a 10 anos, VIX, preço do ouro, estado do mercado cripto, etc.).
Faz uma leitura macro clara: o mercado está barato, justo ou sobrevalorizado/arriscado?
0. Duas perguntas (logo no início, antes da pesquisa macro): faz-me estas duas perguntas, uma de cada vez, com a ferramenta de opções clicáveis, e espera pela resposta a cada uma. Não me perguntes que percentagem quero para nenhum instrumento: és tu que defines as percentagens.
• Pergunta 1: «Em que instrumento financeiro preferes investir a maior parte do teu dinheiro?» Opções: Ações · ETFs · Ouro e matérias-primas · Criptomoedas. (A renda fixa não entra aqui, porque fica sempre entre 0% e 10%.)
• Se eu escolher Criptomoedas, avisa numa frase que é a classe mais volátil e que ter 50% ou mais nela foge muito do que o perfil sugere. Depois respeita a minha escolha.
• Pergunta 2: «Já alguma vez investiste em obrigações?» Opções: Sim · Não.
• Correspondência com as classes do plano: Ações → Ações; ETFs → ETFs; Ouro e matérias-primas → Commodities (ETC físico de ouro ou de prata); Criptomoedas → Criptomoedas; renda fixa → Juros.
Regras das percentagens (defines tu):
• O instrumento preferido fica com 50% ou mais; és tu que escolhes o valor exato pelo meu perfil (coeficiente A) e pela leitura macro.
• A renda fixa (Juros: obrigações, depósitos a prazo, Certificados do Tesouro e de Aforro) fica sempre entre 0% e 10%, seja qual for o perfil. Explica numa frase porquê: é preferível ter essa parte em caixa, com alta liquidez e a render juros.
• Se eu responder «Não» à pergunta 2, põe 0% em obrigações (Juros a 0%). Isso não quer dizer 0% de juros: a parte de segurança fica em Caixa, com alta liquidez e a render juros (dinheiro parado a ser rentabilizado).
• O resto distribuis tu pelas outras classes segundo o meu perfil, com as regras do ponto 3. Tudo soma 100%.
• Mostra o plano final (tabela com a % de cada classe) e pede só a confirmação, com opções clicáveis: Confirmo · Quero menos risco · Quero mais risco. Se eu pedir ajuste, refaz com as mesmas regras e volta a pedir confirmação. O plano .md e o carteira.md saem depois de eu confirmar.
Objetivo: constrói um plano de investimento 100% visual (gráfico circular de alocação, tabelas, barras de progresso), rápido e direto. Nada de relatórios em texto longo, notas de rodapé ou avisos. Inclui:
1. Quanto investir (usa o resumo das finanças pessoais): montante a investir AGORA (capital disponível depois de garantida a reserva de emergência) e montante a investir TODOS OS MESES (a partir da taxa de poupança / “paga-te primeiro”), de forma realista e sustentável, sem me pôr uma corda ao pescoço. O aporte mensal é o mesmo todos os meses e não muda com o momento macro: investir sempre o mesmo valor já é a entrada faseada, e cortá-lo porque o mercado está caro é tentar adivinhar o mercado. Destaca ambos visualmente.
2. Horizonte temporal mínimo: deduz das respostas de horizonte do perfil (horizonte temporal e imobilização do capital) o prazo mínimo recomendado antes de eu precisar do capital.
3. Alocação por instrumento (%): decide as percentagens cruzando o coeficiente A (perfil) com a leitura macro atual. Mostra num gráfico circular + tabela com % e montante em €.
Instrumentos que o curso cobre e que devem aparecer sempre na tabela: Ações, ETFs, Commodities, Juros, Criptomoedas e Caixa (Commodities é um ETC físico de ouro ou de prata, normalmente só 1, escolhido na lição 3 pelo perfil: mais arriscado → prata, mais conservador → ouro, moderado pode ter os 2; a % é pequena e sai da leitura macro). Os cinco primeiros costumam ter percentagem, mas podem ficar a 0% quando a leitura macro o justificar, desde que digas porquê. A tabela mostra sempre as seis linhas, mesmo as que ficarem a zero, porque é ela que alimenta os passos seguintes.
Foco de mercado e setor (obrigatório): define também, e grava no plano, o foco geográfico (por exemplo global, americano ou europeu) e o foco setorial que fazem sentido para o meu perfil e para a leitura macro. O passo de seleção de ações precisa deste foco e não o consegue deduzir de mais lado nenhum.
Regra da Caixa (perfil, não mercado): a percentagem em Caixa vem só do perfil e do horizonte, nunca da leitura macro. A Caixa não serve para esperar por quedas. Com A até 3 (aversão ao risco baixa), a Caixa do plano fica no máximo em 10%; a reserva de emergência fica fora do plano. A leitura macro pode mudar os pesos entre Ações, ETFs, Commodities e Juros (por exemplo, mais ETFs globais e menos ações individuais num mercado caro), mas não transforma a parte a investir em dinheiro parado. Em valores intermédios, Juros ficam a 0%.
Juros: 0% por defeito, até 10% só quando fizer sentido (aplica-se sempre, em todos os cenários macro, depois de tudo o mais decidido): esta fatia fica a 0% por defeito. Só recebe peso, e nunca mais de 10% da alocação total, em dois casos: perfil conservador (aversão ao risco elevada, coeficiente A alto) ou mercado muito sobrevalorizado. Nesta fatia o curso usa só produtos simples com capital garantido (Certificados do Tesouro, Certificados de Aforro e depósitos a prazo); não há obrigações de empresas nem plataformas P2P. Se o cruzamento do perfil com a leitura macro recomendar mais do que isto, corta no limite e envia a diferença para CAIXA. Não redistribuas o excedente por Ações, ETFs ou Criptomoedas. Exemplo: recomendação de 30% de proteção num perfil conservador → 10% em Juros e os 20% restantes somados à Caixa que já existisse. Mostra sempre a linha de Caixa no gráfico e na tabela com o valor final depois do transbordo, e indica numa linha quanto desse valor veio desta regra.
Instrumentos OPCIONAIS (considera só se fizerem sentido para o meu perfil; podem ficar a 0%): imobiliário / REITs, juros de corretoras sobre o saldo não investido, produtos estruturados e derivados, e seed money.
4. Justificação curta (1 linha por instrumento): porque é que cada percentagem se ajusta ao meu A e ao momento macro.
5. Revisão da alocação: não agendes tarefas, porque cada tarefa agendada abre uma conversa nova sem o contexto desta. A revisão dos indicadores macro e destas percentagens acontece na reanálise mensal (lição 9), na mesma conversa de sempre. Nessa altura, só alteras a composição quando a nova alocação recomendada diferir em mais de 10 pontos percentuais da atual em pelo menos um instrumento; caso contrário, mantém tudo e diz-me apenas que continua adequado.
6. Projeção de ganhos: projeta visualmente (gráfico de evolução) os ganhos esperados desta estratégia ao longo do horizonte temporal escolhido. Capital inicial mais os aportes mensais, com uma taxa de rentabilidade realista para esta alocação, e mostra o valor final estimado, com um cenário conservador e um otimista.
No fim, resume num painel visual: montante agora vs mensal, horizonte mínimo, gráfico de alocação (%) com € por instrumento (incluindo Caixa quando aplicável), estado macro atual (barato / justo / sobrevalorizado) e a projeção de ganhos até ao horizonte (é uma estimativa, sem promessas de ganhos). No fundo do painel, o rodapé: «Ferramenta educativa. Não é aconselhamento financeiro.»
Fiscalidade (Portugal): no final, considera a fiscalidade portuguesa das mais-valias (Lei 31/2024): a taxa efetiva desce com o tempo de detenção, até 2 anos 28%; 2 a 5 anos 25,2% (exclui 10%); 5 a 8 anos 22,4% (exclui 20%); a partir de 8 anos 19,6% (exclui 30%). Se o horizonte estiver perto de cruzar um patamar (ex.: esperar 8 anos em vez de 7), dá preferência a manter para reduzir o imposto.
No fim, guarda o plano: Cria um documento markdown (.md) compacto e sem estilo (só texto e números, nada de HTML/CSS) que guarde a totalidade do plano de investimento apurado, para eu poder descarregá-lo e voltar a anexá-lo numa conversa futura sem teres de reprocessar tudo. Inclui:
• Data e leitura macro (mercado barato / justo / sobrevalorizado), com os indicadores usados e as respetivas datas.
• Perfil de investidor: coeficiente A e nome do perfil.
• Montante a investir agora e montante mensal.
• Horizonte temporal mínimo.
• Alocação final por instrumento: % e € de cada um, incluindo Caixa, com todas as linhas presentes mesmo as que ficarem a 0%.
• Capital acumulado disponível e aporte mensal, em separado.
• Foco geográfico e setorial definido para a seleção de ações.
• Justificação curta de cada percentagem.
• Instrumento preferido escolhido no ponto 0 e a % que lhe dei.
• Regra de reavaliação mensal (só alterar acima de 10 pontos percentuais).
• Projeção de ganhos: valor final estimado e os cenários conservador e otimista.
No fim, disponibiliza o ficheiro para download. Google Drive (opcional, só se estiver ligada ao Claude; se não, ignora): grava só no fim desta lição um único ficheiro .md na pasta “Curso Investimentos Avançados”, com o painel e os ficheiros resumidos lá dentro, e acrescenta o changelog a esse mesmo ficheiro; não cries cópias do changelog.
Por fim, o ficheiro para a Holygrail: entrega também um ficheiro carteira.md para descarregar (OBRIGATÓRIO: é este ficheiro que carrego na Holygrail e sem ele não consigo avançar; leva só um bloco de código json com a carteira, sem texto nem comentários dentro do bloco; se não puderes criar ficheiros, dá-me esse bloco json na resposta) da minha carteira simulada, já verificado por ti:
– “formato”: “holygrail-carteira/1”, “modo”: “simulada”, “ambito”: “parcial”, “licao”: “1.2”, “nota_licao” com um resumo curto do que escolhi e porquê (incluindo o instrumento preferido e a %);
– plano: aporte_mensal (o que entra por mês, incluindo o que vai para a caixa, que a Holygrail conta como aporte), montante (o capital total que vais investir na carteira do curso, em euros), alvos_pct (Acoes, ETFs, Commodities, Cripto, Juros, Caixa, Outros a somar 100, já com a minha escolha do ponto 0; Commodities é o ETC de ouro ou de prata, com a % pequena que sair da leitura macro), reserva_alvo (a reserva de emergência que queres ter, em euros), data, meta_fire (o capital FIRE do plano; se não houver dado, despesa_mensal × 12 ÷ 4% (o mesmo que × 25), sem impostos nem inflação, assinalado no painel numa linha curta), despesa_mensal (os gastos por mês da lição 0, que a Holygrail usa na Projeção FIRE) e dia_vencimento. Sem movimentos.
No fim, uma linha: “Pronto a importar”. Se faltar algum dado, pergunta-me uma vez. Se eu colar um erro da Holygrail, corrige pelo código.
PASSO FINAL OBRIGATÓRIO: termina SEMPRE com o ficheiro carteira.md para descarregar (artefacto/ficheiro, não só texto no chat), no formato que a Holygrail aceita. Nunca termines a lição sem o entregar. Se a conversa ficar longa ou o aluno mudar de assunto, volta a ele: a lição só fica feita quando o ficheiro for entregue. Depois de o entregares, diz numa linha: «Descarrega o carteira.md e carrega-o na Holygrail → A minha carteira → 📄 Carregar carteira.md.» Se eu disser que não recebi o ficheiro, gera-o outra vez de imediato, sem refazer as perguntas.
Contexto: Vai buscar à minha conta da Holygrail (holygrail.lucrar.pt → 🧠 Perfil de Investidor) o meu perfil de investidor (coeficiente de aversão ao risco A, nível de aversão e os três eixos: tolerância, comportamento e capacidade); se não conseguires aceder, diz-mo e eu carrego em “Copiar resultado para o Claude” e colo aqui. Anexo também, se disponível, o resumo das minhas finanças pessoais. Age como o meu consultor de investimentos e cruza esta informação com a situação macroeconómica ATUAL.
Regras de anexos: o perfil de investidor é obrigatório, porque precisas do coeficiente A. Se não o conseguires ler na Holygrail, verifica primeiro se já o tens numa mensagem anterior desta conversa e só o peças se não o encontrares. O resumo das finanças pessoais é igualmente necessário para os montantes em euros, porque é dele que vêm o capital acumulado disponível e o aporte mensal possível. Se faltar, avança com a alocação em % e o horizonte e indica que os montantes em € só ficam disponíveis quando eu o anexar.
Passo obrigatório antes de responder: pesquisa na internet os valores mais recentes dos indicadores abaixo e usa-os na decisão (indica a data de cada valor e a fonte):
• Nível dos principais índices e proximidade de máximos históricos: S&P 500, Euronext 100 e um índice global (MSCI ACWI / FTSE All-World).
• Buffett Indicator (capitalização de mercado / PIB) e grau de sobrevalorização.
• Fear & Greed Index (CNN).
• CPI / inflação dos EUA e da Zona Euro.
• Taxa de desemprego dos EUA.
• Taxa de juro de referência dos EUA (Fed) e do BCE.
• Outros que consideres pertinentes (curva de yields e yield das obrigações a 10 anos, VIX, preço do ouro, estado do mercado cripto, etc.).
Faz uma leitura macro clara: o mercado está barato, justo ou sobrevalorizado/arriscado?
0. Duas perguntas (logo no início, antes da pesquisa macro): faz-me estas duas perguntas, uma de cada vez, com a ferramenta de opções clicáveis, e espera pela resposta a cada uma. Não me perguntes que percentagem quero para nenhum instrumento: és tu que defines as percentagens.
• Pergunta 1: «Em que instrumento financeiro preferes investir a maior parte do teu dinheiro?» Opções: Ações · ETFs · Ouro e matérias-primas · Criptomoedas. (A renda fixa não entra aqui, porque fica sempre entre 0% e 10%.)
• Se eu escolher Criptomoedas, avisa numa frase que é a classe mais volátil e que ter 50% ou mais nela foge muito do que o perfil sugere. Depois respeita a minha escolha.
• Pergunta 2: «Já alguma vez investiste em obrigações?» Opções: Sim · Não.
• Correspondência com as classes do plano: Ações → Ações; ETFs → ETFs; Ouro e matérias-primas → Commodities (ETC físico de ouro ou de prata); Criptomoedas → Criptomoedas; renda fixa → Juros.
Regras das percentagens (defines tu):
• O instrumento preferido fica com 50% ou mais; és tu que escolhes o valor exato pelo meu perfil (coeficiente A) e pela leitura macro.
• A renda fixa (Juros: obrigações, depósitos a prazo, Certificados do Tesouro e de Aforro) fica sempre entre 0% e 10%, seja qual for o perfil. Explica numa frase porquê: é preferível ter essa parte em caixa, com alta liquidez e a render juros.
• Se eu responder «Não» à pergunta 2, põe 0% em obrigações (Juros a 0%). Isso não quer dizer 0% de juros: a parte de segurança fica em Caixa, com alta liquidez e a render juros (dinheiro parado a ser rentabilizado).
• O resto distribuis tu pelas outras classes segundo o meu perfil, com as regras do ponto 3. Tudo soma 100%.
• Mostra o plano final (tabela com a % de cada classe) e pede só a confirmação, com opções clicáveis: Confirmo · Quero menos risco · Quero mais risco. Se eu pedir ajuste, refaz com as mesmas regras e volta a pedir confirmação. O plano .md e o carteira.md saem depois de eu confirmar.
Objetivo: constrói um plano de investimento 100% visual (gráfico circular de alocação, tabelas, barras de progresso), rápido e direto. Nada de relatórios em texto longo, notas de rodapé ou avisos. Inclui:
1. Quanto investir (usa o resumo das finanças pessoais): montante a investir AGORA (capital disponível depois de garantida a reserva de emergência) e montante a investir TODOS OS MESES (a partir da taxa de poupança / “paga-te primeiro”), de forma realista e sustentável, sem me pôr uma corda ao pescoço. O aporte mensal é o mesmo todos os meses e não muda com o momento macro: investir sempre o mesmo valor já é a entrada faseada, e cortá-lo porque o mercado está caro é tentar adivinhar o mercado. Destaca ambos visualmente.
2. Horizonte temporal mínimo: deduz das respostas de horizonte do perfil (horizonte temporal e imobilização do capital) o prazo mínimo recomendado antes de eu precisar do capital.
3. Alocação por instrumento (%): decide as percentagens cruzando o coeficiente A (perfil) com a leitura macro atual. Mostra num gráfico circular + tabela com % e montante em €.
Instrumentos que o curso cobre e que devem aparecer sempre na tabela: Ações, ETFs, Commodities, Juros, Criptomoedas e Caixa (Commodities é um ETC físico de ouro ou de prata, normalmente só 1, escolhido na lição 3 pelo perfil: mais arriscado → prata, mais conservador → ouro, moderado pode ter os 2; a % é pequena e sai da leitura macro). Os cinco primeiros costumam ter percentagem, mas podem ficar a 0% quando a leitura macro o justificar, desde que digas porquê. A tabela mostra sempre as seis linhas, mesmo as que ficarem a zero, porque é ela que alimenta os passos seguintes.
Foco de mercado e setor (obrigatório): define também, e grava no plano, o foco geográfico (por exemplo global, americano ou europeu) e o foco setorial que fazem sentido para o meu perfil e para a leitura macro. O passo de seleção de ações precisa deste foco e não o consegue deduzir de mais lado nenhum.
Regra da Caixa (perfil, não mercado): a percentagem em Caixa vem só do perfil e do horizonte, nunca da leitura macro. A Caixa não serve para esperar por quedas. Com A até 3 (aversão ao risco baixa), a Caixa do plano fica no máximo em 10%; a reserva de emergência fica fora do plano. A leitura macro pode mudar os pesos entre Ações, ETFs, Commodities e Juros (por exemplo, mais ETFs globais e menos ações individuais num mercado caro), mas não transforma a parte a investir em dinheiro parado. Em valores intermédios, Juros ficam a 0%.
Juros: 0% por defeito, até 10% só quando fizer sentido (aplica-se sempre, em todos os cenários macro, depois de tudo o mais decidido): esta fatia fica a 0% por defeito. Só recebe peso, e nunca mais de 10% da alocação total, em dois casos: perfil conservador (aversão ao risco elevada, coeficiente A alto) ou mercado muito sobrevalorizado. Nesta fatia o curso usa só produtos simples com capital garantido (Certificados do Tesouro, Certificados de Aforro e depósitos a prazo); não há obrigações de empresas nem plataformas P2P. Se o cruzamento do perfil com a leitura macro recomendar mais do que isto, corta no limite e envia a diferença para CAIXA. Não redistribuas o excedente por Ações, ETFs ou Criptomoedas. Exemplo: recomendação de 30% de proteção num perfil conservador → 10% em Juros e os 20% restantes somados à Caixa que já existisse. Mostra sempre a linha de Caixa no gráfico e na tabela com o valor final depois do transbordo, e indica numa linha quanto desse valor veio desta regra.
Instrumentos OPCIONAIS (considera só se fizerem sentido para o meu perfil; podem ficar a 0%): imobiliário / REITs, juros de corretoras sobre o saldo não investido, produtos estruturados e derivados, e seed money.
4. Justificação curta (1 linha por instrumento): porque é que cada percentagem se ajusta ao meu A e ao momento macro.
5. Revisão da alocação: não agendes tarefas, porque cada tarefa agendada abre uma conversa nova sem o contexto desta. A revisão dos indicadores macro e destas percentagens acontece na reanálise mensal (lição 9), na mesma conversa de sempre. Nessa altura, só alteras a composição quando a nova alocação recomendada diferir em mais de 10 pontos percentuais da atual em pelo menos um instrumento; caso contrário, mantém tudo e diz-me apenas que continua adequado.
6. Projeção de ganhos: projeta visualmente (gráfico de evolução) os ganhos esperados desta estratégia ao longo do horizonte temporal escolhido. Capital inicial mais os aportes mensais, com uma taxa de rentabilidade realista para esta alocação, e mostra o valor final estimado, com um cenário conservador e um otimista.
No fim, resume num painel visual: montante agora vs mensal, horizonte mínimo, gráfico de alocação (%) com € por instrumento (incluindo Caixa quando aplicável), estado macro atual (barato / justo / sobrevalorizado) e a projeção de ganhos até ao horizonte (é uma estimativa, sem promessas de ganhos). No fundo do painel, o rodapé: «Ferramenta educativa. Não é aconselhamento financeiro.»
Fiscalidade (Portugal): no final, considera a fiscalidade portuguesa das mais-valias (Lei 31/2024): a taxa efetiva desce com o tempo de detenção, até 2 anos 28%; 2 a 5 anos 25,2% (exclui 10%); 5 a 8 anos 22,4% (exclui 20%); a partir de 8 anos 19,6% (exclui 30%). Se o horizonte estiver perto de cruzar um patamar (ex.: esperar 8 anos em vez de 7), dá preferência a manter para reduzir o imposto.
No fim, guarda o plano: Cria um documento markdown (.md) compacto e sem estilo (só texto e números, nada de HTML/CSS) que guarde a totalidade do plano de investimento apurado, para eu poder descarregá-lo e voltar a anexá-lo numa conversa futura sem teres de reprocessar tudo. Inclui:
• Data e leitura macro (mercado barato / justo / sobrevalorizado), com os indicadores usados e as respetivas datas.
• Perfil de investidor: coeficiente A e nome do perfil.
• Montante a investir agora e montante mensal.
• Horizonte temporal mínimo.
• Alocação final por instrumento: % e € de cada um, incluindo Caixa, com todas as linhas presentes mesmo as que ficarem a 0%.
• Capital acumulado disponível e aporte mensal, em separado.
• Foco geográfico e setorial definido para a seleção de ações.
• Justificação curta de cada percentagem.
• Instrumento preferido escolhido no ponto 0 e a % que lhe dei.
• Regra de reavaliação mensal (só alterar acima de 10 pontos percentuais).
• Projeção de ganhos: valor final estimado e os cenários conservador e otimista.
No fim, disponibiliza o ficheiro para download. Google Drive (opcional, só se estiver ligada ao Claude; se não, ignora): grava só no fim desta lição um único ficheiro .md na pasta “Curso Investimentos Avançados”, com o painel e os ficheiros resumidos lá dentro, e acrescenta o changelog a esse mesmo ficheiro; não cries cópias do changelog.
Por fim, o ficheiro para a Holygrail: entrega também um ficheiro carteira.md para descarregar (OBRIGATÓRIO: é este ficheiro que carrego na Holygrail e sem ele não consigo avançar; leva só um bloco de código json com a carteira, sem texto nem comentários dentro do bloco; se não puderes criar ficheiros, dá-me esse bloco json na resposta) da minha carteira simulada, já verificado por ti:
– “formato”: “holygrail-carteira/1”, “modo”: “simulada”, “ambito”: “parcial”, “licao”: “1.2”, “nota_licao” com um resumo curto do que escolhi e porquê (incluindo o instrumento preferido e a %);
– plano: aporte_mensal (o que entra por mês, incluindo o que vai para a caixa, que a Holygrail conta como aporte), montante (o capital total que vais investir na carteira do curso, em euros), alvos_pct (Acoes, ETFs, Commodities, Cripto, Juros, Caixa, Outros a somar 100, já com a minha escolha do ponto 0; Commodities é o ETC de ouro ou de prata, com a % pequena que sair da leitura macro), reserva_alvo (a reserva de emergência que queres ter, em euros), data, meta_fire (o capital FIRE do plano; se não houver dado, despesa_mensal × 12 ÷ 4% (o mesmo que × 25), sem impostos nem inflação, assinalado no painel numa linha curta), despesa_mensal (os gastos por mês da lição 0, que a Holygrail usa na Projeção FIRE) e dia_vencimento. Sem movimentos.
No fim, uma linha: “Pronto a importar”. Se faltar algum dado, pergunta-me uma vez. Se eu colar um erro da Holygrail, corrige pelo código.
PASSO FINAL OBRIGATÓRIO: termina SEMPRE com o ficheiro carteira.md para descarregar (artefacto/ficheiro, não só texto no chat), no formato que a Holygrail aceita. Nunca termines a lição sem o entregar. Se a conversa ficar longa ou o aluno mudar de assunto, volta a ele: a lição só fica feita quando o ficheiro for entregue. Depois de o entregares, diz numa linha: «Descarrega o carteira.md e carrega-o na Holygrail → A minha carteira → 📄 Carregar carteira.md.» Se eu disser que não recebi o ficheiro, gera-o outra vez de imediato, sem refazer as perguntas.
📄No fim, o Claude dá-te o ficheiro carteira.md. Se não aparecer, escreve: “dá-me o carteira.md”.